Símbolo do ALUZALUZ ao vivo
I TrilogiaPrimeiro capítulo

O Nascimento

Uma história em três movimentos.

Construir a paz. Ouvir a voz que nos dá força. Encontrar o sentido de estar aqui.

01

Primeiro movimento

Criando Sua Paz

A paz não é um lugar onde chegamos. É algo que aprendemos a construir.

“Criando Sua Paz” abre a trilogia com um movimento de transformação. A canção atravessa a noite em direção ao dia, deixando para trás pensamentos que aprisionam e abrindo espaço para uma nova maneira de enxergar a própria existência.

Sua mensagem convida cada pessoa a perceber que a construção da paz também começa dentro de si.

Arte da canção Criando Sua Paz

Direção: Léo Liberti, com trabalhos no portfólio para Creedence, Bruce Dickinson, Renato Teixeira, Paulo Ricardo e Angra, entre outros.

Imagens aéreas: Lucas Ferreira, com pilotagem esportiva, rasantes em alta velocidade e manobras ousadas que dão energia e movimento ao clipe.

02

Segundo movimento

Voz do Amor

Entre tantas vozes, como reconhecer aquela que realmente deseja o nosso bem?

“Voz do Amor” ocupa o centro da trilogia. Todos os dias somos atravessados por opiniões, medos, expectativas e cobranças. Em meio a tantas vozes, existe uma que não diminui, não aprisiona e não nos afasta daquilo que somos.

A participação de Mapu Huni Kuin, responsável pela tradução e pelo canto em língua indígena, amplia o encontro entre música, ancestralidade e diferentes formas de compreender o mundo.

O ALUZ não procura oferecer respostas prontas. Ele convida cada pessoa a ouvir suas próprias perguntas.
Arte da canção Voz do Amor
03

Terceiro movimento

Busque o Amor

Por que estamos vivendo aqui?

“Busque o Amor” encerra a trilogia com uma pergunta que não aceita uma resposta superficial. Depois de construir a paz e aprender a reconhecer a voz interior, chega o momento de caminhar em direção àquilo que dá sentido à existência.

Violino, guitarra, piano, bateria e diferentes camadas musicais conduzem a canção como uma busca.

Busque o porquê está vivendo aqui. Só pare de buscar quando descobrir.
Arte da canção Busque o Amor

A capa da obra

O Nascimento

Capa original de O Nascimento, com Órion atrás do olho pintado
Capa original · Interpretação artística

Por trás da capa

Você reconhece esse céu?

Na capa original, o céu de Órion encontra a interpretação artística de um olhar.

Órion e as Três MariasCarta celeste com posições relativas calculadas a partir de coordenadas astronômicas. Norte acima, leste à esquerda.BetelgeuseBellatrixMeissaMintakaAlnilamAlnitakRigelSaiph
Órion · Norte ↑ · Leste ←Posições ICRS J2000 · Projeção gnomônicaReferência astronômica: CDS / SIMBAD

As Três Marias

Mintaka. Alnilam. Alnitak.

Estas três estrelas formam o Cinturão de Órion, conhecido no Brasil como as Três Marias. Betelgeuse, de brilho avermelhado, também faz parte da constelação.

A carta mostra posições relativas reais no céu. As linhas ajudam a reconhecer o desenho da constelação; não ligam fisicamente as estrelas.

A orientação da carta é diferente da imagem da capa. O céu muda de orientação conforme o lugar, a hora e a direção do olhar.

A carta celeste e a pintura são apresentadas separadamente: astronomia e interpretação artística.

Ver as coordenadas das Três Marias
EstrelaAscensão retaDeclinação
Mintaka83.001667°-0.299095°
Alnilam84.053389°-1.201919°
Alnitak85.189694°-1.942574°

ICRS J2000 · CDS / SIMBAD

Depois do céu, o olhar

O universo cabe em um olhar.

Na capa, um menino acompanha a passagem de uma estrela cadente. O brilho se reflete em seu olho. E, bem ali, também aparece o reflexo do dedo que aponta para o céu.

É o instante em que a descoberta acende o olhar.

Um acontecimento imenso, contado em um detalhe tão pequeno.

Vire a capa. A história continua.

Na contracapa, vemos o menino por trás. Agora, a cena se abre: ele está entre as montanhas, admirado, apontando para a estrela cadente.

O que antes víamos refletido em seu olho ganha paisagem, distância e silêncio.

Contracapa original: o menino diante das montanhas e do céu

Não precisa entender tudo primeiro

Comece ouvindo.

Dê o play e continue a jornada. “Criando Sua Paz”, “Voz do Amor” e “Busque o Amor” foram pensadas como movimentos de uma mesma travessia.

Ouvir em sua plataforma preferida

A obra nas plataformas

Criando Sua Paz no Spotify, com Andre Tolledo ao fundoCriando Sua Paz no Spotify, com a cena do gato ao fundo
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Por trás das canções

Histórias, encontros e criação.

A travessia

Três canções.
Uma única jornada.

“O Nascimento” não é apenas uma reunião de três músicas. Cada canção representa uma etapa de uma jornada que começa dentro de nós.

Criar a paz.Reconhecer a voz do amor.Buscar um sentido para existir.
O Nascimento não fala apenas do começo de um projeto. Fala da possibilidade de alguém começar novamente.

Sob as Mesmas Estrelas

Under the Same Stars

A única coisa que permanece igual para todos é o céu.

Mudam os lugares, as histórias, os tamanhos, os caminhos.

Mas acima de nós continua o mesmo mistério, a mesma imensidão, a mesma luz.

ALUZ nasce dessa lembrança: a de que somos parte de algo maior, e de que a música pode nos reconectar com isso.

Serra da Mantiqueira · Minas Gerais

Em Minas não há mar.
Mas há um céu inteiro.

O ALUZ nasceu aos pés do Morro Pelado, na Serra da Mantiqueira. As montanhas, a natureza, a passagem da noite para o dia e a imensidão do céu fazem parte da obra.

Morro Pelado, na Serra da Mantiqueira, sob um céu de nuvens

Universo visual do ALUZ

O ALUZ encontra no impressionismo e na obra de Van Gogh uma inspiração para transformar emoção em cor e movimento. O azul e o magenta dão a essa linguagem a identidade do ALUZ.

No telão, não há uma imagem parada para cada canção. As cenas mudam continuamente, acompanhando os versos, as mensagens e a atmosfera musical. “Trem Azul” e “Cais” abaixo mostram apenas dois instantes dessas sequências em movimento.

Um instante da sequência visual de Trem Azul no telão
Instante da sequência no telãoTrem Azul
Um instante da sequência visual de Cais no telão
Instante da sequência no telãoCais
A imagem se transforma com aquilo que a música está dizendo.

Prólogo · O despertar

Toda jornada começa quando algo desperta dentro de nós.

“Eu não comecei o ALUZ. As músicas começaram primeiro.”

Antes de chegar aos palcos, o ALUZ precisou nascer.

Não somente como um projeto musical, mas como uma nova maneira de transformar perguntas, sentimentos e experiências humanas em música, imagem e movimento.

“O Nascimento” é o ponto de partida dessa história.

Capítulo 1 · A origem

Antes da música,
houve uma ruptura.

O começo de “O Nascimento” não aconteceu em um palco. Começou em um período de silêncio, incerteza e escuta.

A pandemia foi um divisor de águas.

Durante aquele período, continuar fazendo música já não parecia tão certo. Depois de uma vida dedicada à arte, vieram o silêncio, as incertezas e a necessidade de escutar o que ainda permanecia vivo por dentro.

As primeiras canções do ALUZ não nasceram de uma estratégia. Nasceram como respostas para perguntas que continuavam abertas.

Como encontrar paz quando tudo parece fora do lugar? Como reconhecer a voz que verdadeiramente deseja o nosso bem? O que dá sentido à nossa passagem por aqui?

Foi nesse momento de ruptura e recomeço que “O Nascimento” começou a existir.

A música nasceu como resposta antes mesmo de existir como projeto.

O ALUZ nasceu aos pés do Morro Pelado, na Serra da Mantiqueira. Foi no topo dessa mesma montanha, a 1.350 metros acima do nível do mar, que “Criando Sua Paz” ganhou suas imagens.

Um reencontro com a origem, nas montanhas de Minas, onde as constelações parecem mais próximas.

ALUZ no palco diante do público em um momento de celebração
Da obra para o encontroAs canções saíram do estúdio, ganharam o palco e começaram a pertencer também a quem estava diante delas.

Um começo em muitas direções

Por que “O Nascimento”?

O nascimento do ALUZ.

O retorno à criação.

O encontro entre música, imagem e narrativa.

O início de uma obra construída em capítulos.

Essa obra representa vários começos ao mesmo tempo e a descoberta de que, mesmo depois dos períodos mais difíceis, alguma coisa ainda pode nascer dentro de nós.

A I Trilogia “O Nascimento” foi lançada em 9 de setembro de 2025. Mas sua história não terminou naquele dia. As canções continuaram crescendo, encontraram novas imagens, chegaram aos palcos e passaram a tocar outras pessoas.

A constelação de O Nascimento

Conheça quem deu corpo à obra.

Mais do que uma equipe, um encontro de pessoas que escolheram a música como caminho.

Cada pessoa foi escolhida pela habilidade em seu instrumento, mas também pela verdade, presença e alma colocadas em cada nota.

“Sou só uma antena.”

Uma história encontra outra história

André Neiva

André Neiva

Baixo

Quando André Neiva entrou na trilogia, a história do ALUZ encontrou uma história importante da própria música brasileira.

Sua trajetória atravessa diferentes gerações, com trabalhos ao lado de Milton Nascimento, Tim Maia, Gal Costa, João Bosco e Jorge Vercillo.

Sua chegada não foi apenas uma participação musical. Foi o encontro entre a obra que estava nascendo e uma trajetória profundamente ligada à música brasileira.
Andre Tolledo

Andre Tolledo

Criação, composição, arranjos, produção musical, voz e guitarra.

Andre conduziu a trilogia desde as primeiras ideias até sua forma final, reunindo música, narrativa, produção e linguagem visual dentro do mesmo universo artístico.

Flávio Osmo

Flávio Osmo

Colaboração nas letras e na construção conceitual.

Mestre em Psicologia pela UFBA, escritor e estudioso de filosofia, trouxe sua percepção sobre a mente humana para letras que convidam à reflexão.

Ciro Zampieri

Ciro Zampieri

Bateria.

Sua experiência, precisão e força ajudaram a construir o movimento e a dinâmica emocional das canções.

Mantovani Neto

Mantovani Neto

Piano.

Sua interpretação contribuiu para os momentos de delicadeza, profundidade e expansão presentes na trilogia.

Ângelo Bonetti

Ângelo Bonetti

Violino.

Sua participação acrescentou sensibilidade e intensidade à narrativa musical da obra.

Tiago Gotardelo

Tiago Gotardelo

Gravação, mixagem e masterização.

Responsável por transformar instrumentos, vozes e atmosferas em uma experiência sonora coesa.

Juliana Horvath

Juliana Horvath

Vozes e corais.

Sua voz amplia a dimensão coletiva da trilogia e reforça momentos importantes de sua narrativa.

Cadu Santos

Cadu Santos

Vozes e corais.

Sua voz amplia a dimensão coletiva da trilogia e reforça momentos importantes de sua narrativa.

João Paulo Souza

João Paulo Souza

Vozes e corais.

Sua voz amplia a dimensão coletiva da trilogia e reforça momentos importantes de sua narrativa.

Mapu Huni Kuin

Mapu Huni Kuin

Tradução e canto em língua indígena em ‘Voz do Amor’.

Sua participação trouxe à obra outra forma de expressão, escuta e conexão com a ancestralidade.

Renan Alves

Renan Alves

Apoio à produção da gravação da bateria.

Sua contribuição ajudou a viabilizar uma etapa importante da construção sonora da trilogia.

Vozes da constelação

A criação, por quem viveu.

Músicos e profissionais envolvidos compartilham o que viveram durante a criação.

A obra em cena · Bloco Minas

Minas não é cenário.
É origem.

O ALUZ nasceu em Minas Gerais, aos pés do Morro Pelado, na Serra da Mantiqueira.

Por isso, Minas não aparece no espetáculo apenas como homenagem. Está na paisagem, na memória e na maneira de transformar canções em histórias.

25minutos sem parar

8canções do universo mineiro

1desfecho com uma canção do ALUZ

O ALUZ em cena como conjunto, com o telão iluminando o palco
Palco + telãoUma homenagem construída em conjunto.

Os mestres que abriram caminho

Milton, Lô, Clube da Esquina e Vander Lee.

Milton Nascimento, Lô Borges e o universo do Clube da Esquina ajudaram a dar som à alma de Minas. Vander Lee deixou canções de uma sensibilidade rara.

No ALUZ, essas obras recebem novos arranjos e encontram a linguagem musical e audiovisual do projeto.

Não é nostalgia. É reverência.

A surpresa está na passagem

Uma música nasce da outra.

Não há uma pausa anunciando a mudança. Um acorde permanece, o ritmo se transforma, uma melodia deixa uma pista.

Quando o público percebe, outra canção já nasceu — e a pergunta acompanha cada compasso: qual música vem agora?

O público descobre o caminho enquanto o percorre.

Repertório em fluxo

  1. Clube da Esquina nº 2
  2. Canção da América
  3. Aonde Deus Possa Me Ouvir
  4. Trem Azul
  5. Cais
  6. Um Girassol da Cor de Seu Cabelo
  7. Sou da América do Sul
  8. Maria, Maria
Baterista do ALUZ em cena com a paisagem de Minas no telão
O ritmo transforma a passagem.

O caminho volta para casa

De “Maria, Maria” a “Meu Sol”.

A viagem cresce até “Maria, Maria”, quando o público entra no canto. Mesmo quem não conhece cada verso reconhece a força do refrão e participa.

Mas o bloco não termina na homenagem. Ele encontra seu desfecho em “Meu Sol”, canção do ALUZ. Uma música sobre a luz, o calor e a energia que renovam a vida.

Meu Sol · ALUZ
“Respire fundo. Brisa e calor preenchem de energia o seu ser.”

O ALUZ nasceu em Minas. E leva Minas consigo por onde passa.

Outros olhares sobre O Nascimento

Depois da obra, vieram novas leituras.

Entrevistas e matérias que acompanharam a origem, as canções e o encontro entre música, imagem e palco.

O instante em que as primeiras músicas nasceram.
Rádio Cultura FM
“O Nascimento”: música e audiovisual ganham vida nos palcos.
Whiplash.net
Três movimentos de escuta, amor e busca interior.
Estante Cultural
Projeto mineiro entre rock, canção brasileira e audiovisual.
Arrepio Produções
ALUZ: projeto musical mineiro une música, arte e audiovisual na obra “O Nascimento”.
O Município
ALUZ atravessa o Atlântico e ganha destaque em Angola, na África de língua portuguesa
Rádio Zango 8000Angola, África 🇦🇴
Projeto ALUZ leva referências da Mantiqueira a uma trilogia audiovisual
NetCamposCampos do Jordão · SP

Imprensa & rádios

Ouça · baixe · conheça · entreviste.

Áudios em MP3 e WAV, release, fotos em alta, biografia, ficha técnica, videoclipes, logos e contato para entrevistas.

Uma coleção preparada para ouvir, conhecer e contar esta história.

A rota de O Nascimento

Do silêncio aos novos céus.

O ALUZ não nasceu de uma vez. Cada ano abriu uma passagem: primeiro a semente, depois as raízes, os encontros, o palco e, enfim, um horizonte que continua se expandindo.

2022
A semente

As primeiras músicas aparecem.

2023
As raízes

A trilogia começa a ganhar forma.

2024
Os encontros

Outros músicos entram na obra.

2025
O Nascimento

As três canções chegam ao mundo.

2026
Novos céus

A obra encontra público, imprensa e palco.

We come from different places on Earth, but we create music beneath the same stars.

Viemos de lugares diferentes da Terra, mas criamos música sob as mesmas estrelas.

A história continua

O Nascimento foi apenas o primeiro capítulo.

As músicas continuam encontrando novas formas de existir.

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